• Bibiana Danna

A vida nossa melhor escola: as pessoas difíceis os maiores mestres

Atualizado: 25 de out. de 2020

A vida é uma viagem misteriosa e desafiante!

falar e escutar

Para cada um, ela tem um dia certo para começar e incerto para chegar ao fim. A vida, independentemente da sua duração, é passageira, portanto: carpe diem!

Bem-vindos a essa mágica aventura que é o viver!

Isto não quer dizer que seja simples, fácil e indolor. Na verdade, muitas vezes, é justamente o contrário. Contudo, é uma dádiva que nos é concedida e deve ser aproveitada em todos os seus momentos.

A escola da vida norteia-se por ciclos com marés altas e baixas. Temos que saborear as fases de calmaria e armazenar forças e disposição para enfrentar os tempos de crise.

Nessas etapas somos sempre acompanhados por mestres embora, na maioria das vezes, nem tenhamos consciência disso. A razão é simples. Por estarem muito próximos de nós não os enxergamos!

Muito pelo contrário! A visão que temos dos nossos verdadeiros mestres é de que são pessoas difíceis, rabugentas, intransigentes e intolerantes.

A nossa atitude de preservação faz com que “risquemos da nossa lista” esta inconveniente pessoa. Num primeiro momento, sentimos um alívio, uma leveza, tudo flui. Com o passar do tempo, – geralmente quando nem lembramos mais dela -, a vida nos presenteia com outra muito parecida com o paradigma original.

A tendência é repetir o comportamento descrito anteriormente. Uma vez mais, um novo presente nos é ofertado, com uma única diferença: nome e endereço.

O próximo passo: mudança de atitude. Finalmente, recebemos e acolhemos a oferta. É uma fase muito desgastante. Entramos em contato com uma pessoa que, num olhar mais apressado, nos exige muito e dá pouco.

É a fase de adaptação. A impressão que se tem é que estamos segurando um piano de cauda na descida de uma escada num pé só.

A relação parece ser unilateral. Despendemos uma energia brutal para mantermos um relacionamento aparentemente fadado ao fracasso.

Caso esse olhar obtuso, empoeirado e nebuloso permaneça, não há outra saída: independentemente do que façamos, essa ou outra pessoa irá permanecer na nossa vida. O mestre, que sempre esteve do nosso lado, foi substituído, pelo fato de não ter sido visto. O ciclo não será fechado pela recusa em aprendermos às lições pelas quais temos que passar.

Por outro lado, quando enxergamos o mestre – depois de termos passado pela sua negação e sofrido muito por isso –  tudo se encaixa. É a fase da aceitação. Os obstáculos, tão impossíveis de serem superados na etapa anterior, são removidos.

Como dito anteriormente, a vida é um desafio. Novos mestres virão e com eles a preciosa oportunidade de nos tornarmos seres humanos mais evoluídos.

O segredo do bem-viver é estar com a mente e o coração abertos aos novos mestres e deles extrair os maiores ensinamentos possíveis.

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